Acorda cansado todo dia e já aceitou que é assim mesmo agora. Foi mais ou menos assim que um paciente na casa dos cinquenta descreveu o que vinha sentindo, sem energia pro trabalho, sem vontade de sexo, mais irritado em casa e com a barriga crescendo mesmo sem mudar a alimentação. Ele achava que era só a idade chegando, e boa parte dos homens pensa igual, o que atrasa por anos uma avaliação que poderia explicar bastante coisa.
Descubra na leitura desse texto
O que muda no corpo depois dos 40
A menopausa masculina, mais conhecida como andropausa, tem nome técnico, deficiência androgênica do envelhecimento masculino, o DAEN. Diferente da menopausa feminina, em que a queda dos hormônios é abrupta, nos homens a testosterona diminui de forma progressiva ao longo da vida, e o quadro costuma aparecer a partir dos quarenta ou cinquenta anos. Por ser gradual, ele passa despercebido durante muito tempo.
Esse tema já rendeu reportagem: o Jornal Opção ouviu o Dr. Wagner Kono sobre a menopausa masculina.
Sintomas que parecem cansaço da rotina
Queda de energia, diminuição da libido, fraqueza, dificuldade na ereção, perda de massa muscular, aumento da gordura abdominal e alterações de sono e de humor estão entre os sintomas mais frequentes. O problema é que quase todos podem ser confundidos com sinais comuns do envelhecimento ou com o desgaste da rotina, e por isso o diagnóstico costuma demorar mais do que deveria.
Se reconheceu esses sintomas depois dos 40? Agende uma avaliação com o Dr. Wagner Kono e peça a dosagem hormonal junto com o checkup.
Os riscos de deixar sem avaliação
Sem avaliação, o homem tende a enfrentar piora da qualidade de vida, com muito cansaço, irritabilidade e falta de motivação, e em casos mais graves com disfunção sexual e queda do interesse por sexo. Além disso, a redução da testosterona pode vir acompanhada de alterações na gordura corporal, no colesterol, nos triglicérides e no fígado, além de perda de massa muscular e óssea, com risco de osteoporose e de fraturas. Quando isso se soma a obesidade, sedentarismo e diabetes, existe também um risco cardiovascular indireto. É o conjunto que os médicos chamam de síndrome metabólica, e é justamente por isso que vale entender a baixa testosterona e o efeito dela na energia e no desempenho.
O que ajuda a preservar os níveis hormonais
Alimentação balanceada, exercício regular, controle do estresse e sono adequado ajudam a preservar os níveis hormonais e reduzem o impacto do problema. São medidas simples, mas que dependem de constância, e não substituem a avaliação médica quando os sintomas já estão presentes.
Como é a avaliação
Normalmente o paciente é avaliado pelo urologista, que além da dosagem hormonal orienta sobre outros aspectos como saúde mental, sono e hábitos de vida. A conversa tende a ser ampla porque o quadro raramente depende de um único fator, e costuma fazer parte de um checkup preventivo bem feito.
Perguntas que aparecem com frequência no consultório
Sim, menopausa masculina existe, com o nome técnico de DAEN, mas ela se diferencia da feminina porque a queda hormonal acontece de forma gradual. Costuma aparecer a partir dos quarenta ou cinquenta anos, e os sintomas se confundem com o envelhecimento normal, o que atrasa o diagnóstico. Hábitos como sono, exercício e alimentação ajudam, mas quando existem sintomas a avaliação médica é o passo que define o que fazer. E a conversa com o urologista vai além da dosagem, porque envolve saúde mental, sono e o estilo de vida do paciente.
O que fica depois da consulta
O paciente do começo desse texto saiu da consulta com um plano, e a maior mudança foi entender que aquele cansaço tinha uma causa que dava pra investigar. Se você tem mais de quarenta e vem sentindo um conjunto desses sinais, esse é o momento de agendar uma avaliação.
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Dr. Wagner Galvão Kono CRM-GO 17088 | RQE-GO 15834
Urologista | Cirurgião Robótico | Saúde Masculina
Goiânia • Trindade • Goianésia
(62) 99172-3347
